Município segue atendendo a idosos a partir de 77 anos nesta sexta-feira
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou
que, até o momento, os dados públicos de notificações do uso de vacinas contra
covid-19 no país não indicam qualquer relação das vacinas com eventos adversos
graves ou mortes. De acordo com a Anvisa, não houve alteração na relação de
risco e benefício dos produtos.![]()
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Em nota, a agência reguladora explicou que a avaliação
benefício-risco leva em conta um conjunto grande de informações e os registros
informados pelos usuários são apenas uma dessas fontes. As outras envolvem os
relatórios de segurança das fabricantes, os sinais de segurança gerados pelo
modelo matemático da Organização Mundial da Saúde (OMS), a troca de
informações com outras autoridades regulatórias e a discussão em grupos de
especialistas.
“Até o momento, não há nenhum caso de óbito conhecido que
tenha relação estabelecida com o uso das vacinas para covid-19 autorizadas no
país. As vacinas em uso no Brasil são consideradas seguras”, informou a
agência. “Já é esperado que pessoas venham a óbito por outros motivos de saúde
e mesmo por causas naturais, tendo em vista a taxa de mortalidade já conhecida
para cada faixa etária da população brasileira”, completou.
As notificações sobre vacinas e medicamentos são enviadas à
Anvisa principalmente por profissionais e serviços de saúde, além dos próprios
fabricantes que são obrigados a comunicar os eventos suspeitos e que possam ser
graves. Esses dados são utilizados pela Anvisa como subsídio para o seu
processo de monitoramento.
“Como são dados notificados por terceiros, eles são
considerados de menor evidência científica e servem apenas como sinalizadores
para o trabalho de monitoramento da Anvisa. A análise completa envolve os
processos mencionados anteriormente”, explicou.
Atualmente, estão autorizadas para uso
emergencial no Brasil a vacina Covishield, desenvolvida pela Universidade
de Oxford em parceria com a farmacêutica britânica AstraZeneca, e produzida no
país pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz); e a vacina CoronaVac, produzida pelo
Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac. Elas estão
sendo adquiridas e distribuídas pelo Ministério da Saúde aos estados para
vacinação da população dentro do Programa Nacional de Imunizações (PNI).
A Anvisa também concedeu registro para a vacina
Cominarty, desenvolvida pela farmacêutica norte-americana Pfizer em parceria
com a empresa de biotecnologia alemã BioNtech. Nesse caso, o registro é
definitivo, para uso amplo, entretanto, o imunizante ainda não está disponível
no país. Fonte: EBC, Anvisa. Foto/Divulgação: Tânia Rêgo
Projeto é de autoria do presidente da casa, André Ceciliano
Tramita na Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj),
o projeto de lei 3.488/21, que cria independente de Brasília, um auxílio
emergencial mensal de até R$300 até o fim do ano, para a população desfavorecida
do Estado do Rio de Janeiro. O projeto terá também uma linha de crédito de até
R$50 mil para microempreendedores e autônomos. O texto é de autoria do
presidente do Parlamento, deputado André Ceciliano (PT), e já recebeu 55
emendas. O benefício faz parte do programa "Supera Rio" e terá um
valor mínimo de R$200. As famílias poderão receber R$50 extras para cada filho
menor de idade (observando o total máximo de dois filhos). Elas deverão
comprovar renda de até R$100 e que não possuem vínculo formal de trabalho há
mais de seis meses. As famílias com crianças de 0 a 15 anos terão prioridade.
“A ideia é usar 30% de desvinculação nos fundos estaduais. Só no Fundo de
Combate à Pobreza, esse valor representa em torno de R$ 1,5 bilhão, e a
arrecadação vem melhorando a partir desse ano, chegando a uma média de R$ 500
mil mensais arrecadados. Incluindo os recursos da dívida ativa, acho que
teremos pelo menos R$ 3 bilhões para arcar com essas despesas”, explicou
Ceciliano.
O Executivo deverá regulamentar a medida, indicando o órgão
para gestão dos contratos, a forma e a data de pagamento do auxílio. A
prestação de contas desses gastos deverá ser encaminhada à Alerj, incluindo o
número de beneficiários. A medida ainda autoriza o Governo a criar Centros de
Geração de Emprego e Renda com cursos profissionalizantes e técnicos.
LINHA DE CRÉDITO
A linha de crédito de até R$50 mil será destinada às micro e
pequenas empresas, às cooperativas e associações de pequenos produtores, aos
microempreendedores individuais e aos profissionais autônomos. O valor deverá
ser pago em até 60 meses, tendo uma carência mínima de seis meses. As empresas
beneficiadas não poderão reduzir os postos de trabalho formais sem
justificativa. O Governo ainda poderá editar uma medida para pagar ou financiar
a folha de pagamento dessas empresas.
A concessão acontecerá através da Agência Estadual de
Fomento (AgeRio) e o Executivo ficará responsável pelo pagamento das despesas
com juros compensatórios dos empréstimos. O beneficiário deverá pagar os
tributos, taxas e tarifas bancárias da operação, além de eventuais juros de
atraso no pagamento das parcelas. Foto/Divulgação: Rafael Wallace
No último final de semana, nos dias 29, 30 e 31 de janeiro, universitários de várias partes do Brasil participaram da versão em português do 1º Campeonato Latino-americano de Debates, organizado por estudantes de universidades do Brasil, México, Colômbia, Equador, Chile e Venezuela.
Membro da Sociedade de Debates da Universidade Federal do Rio de Janeiro (SDUFRJ), o gonçalense Claudionei Abreu, de 18 anos, estudante de Letras na UFRJ, foi vice-campeão do torneio na categoria iniciante. Ele foi aprovado na sociedade de debates em junho de 2020 e afirma que fazer parte do projeto foi uma das melhores escolhas que fez assim que ingressou na universidade.
“Por conta da pandemia, houve uma indefinição sobre o início das aulas, ainda mais por conta de eu ser calouro. Nesse período, o primeiro projeto que eu participei dentro da universidade foi a sociedade de debates. Foi a melhor escolha que eu fiz! Isso me ajudou muito a ter conversas mais produtivas, perceber falácias lógicas e argumentos infundados, a entender como posso argumentar melhor e também a estruturar melhor os discursos que eu faço”, afirma.
O gonçalense também possui outros títulos, como Campeão do I Campeonato de Iniciantes da SDUFRJ e vice-campeão iniciante do III GV Debate, organizado pela Sociedade de Debates da Fundação Getúlio Vargas; do I Campeonato de Duplas Mistas, organizado pela Sociedade de Debates Potiguar, da UFRN; do III Open Natal, organizado pela União de Debates Competitivos do Rio Grande do Norte e também do Campeonato Interuniversitário da Sociedade de Debates da Universidade Federal do Ceará (UFC). Além disso, foi semifinalista do I Campeonato Digital da Universidade Coimbra, de Portugal, e também possui títulos de melhor debatedor iniciante nos campeonatos.
O destaque deste final de semana é mais um para a sociedade de debates da UFRJ, a primeira a ser fundada no Rio de Janeiro. A SDUFRJ é também vencedora do prêmio de Melhor Sociedade de Debates do Brasil, conferido pelo Instituto Brasileiro de Debates (IBD) em 2019, além de possuir outros 80 títulos em várias categorias existentes nos campeonatos de debates. Atualmente, a Sociedade de Debates da UFRJ é considerada uma das maiores sociedades de debates do Brasil, possuindo também títulos internacionais.
Durante a pandemia, a SDUFRJ tem realizado treinos semanais abertos aos que tenham interesse em acompanhar. Semestralmente também são realizados processos seletivos abertos à comunidade acadêmica e ao público externo, assim como cursos de oratória e argumentação. Conheça mais sobre a SDUFRJ: https://www.facebook.com/debatesufrj